Zagueiro lamenta derrota do Inter de Lages no Catarinense

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Foto: Beno Kuster/Divulgação

O Inter de Lages não conseguiu a recuperação desejada no Campeonato Catarinense. No último fim de semana, a equipe teve outro resultado adverso, contra o Criciúma, em casa, por 1 a 0.

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Capitão da equipe, o zagueiro Diogo Rangel falou sobre o confronto diante de uma equipe de Série A do Campeonao Brasileiro e atual líder do estadual.

“Sabíamos da qualificação do Criciúma, com jogadores de nível Série A e que atuaram em grandes clubes. Mas também tínhamos conhecimento da nossa capacidade de fazer um bom jogo, como fizemos. O jogo foi decidido por detalhes, um erro coletivo que ocasionou o gol. Mas, durante o jogo, tivemos mais volume, mais posse de bola, poderíamos ter conseguido o empate e até a vitória, pelo o que foi o jogo. Mostramos que também estamos em bom nível, poderíamos ter arrancado pontos deles”, resumiu o capitão.

Processo de reabilitação

O zagueiro também destaca a mudança de postura do grupo em relação ao início do Campeonato Catarinense. Ocupando a nona posição da tabela, apenas três pontos distante da zona de classificação, Diogo Rangel acredita que a equipe possa seguir apresentando boas partidas nos dois jogos restantes da fase classificatória:

“Nosso objetivo sempre foi buscar a classificação. Infelizmente tivemos alguns resultados negativos no início que nos levaram até esse momento em que nos encontramos, na parte média da tabela. Mas o nosso objetivo é a classificação. Sabemos do nosso potencial. Sabemos o que podemos oferecer nesta competição, que é difícil, com grandes adversários de nível nacional. Mas nosso objetivo não é outro que não seja a classificação.”

Uso da experiência

Diogo Rangel não é experiente só pela idade. Atualmente com 32 anos, o zagueiro e capitão do Inter de Lages acumula passagens e títulos por grandes clubes do Brasil como Vasco (campeão do Carioca) Palmeiras (vice-campeão no Brasileiro) Botafogo (título do Paraibano), São Caetano (campeão no Paulista) e Sampaio Corrêa, onde foi vice-campeão no Brasileiro da Série C.

Mediante a tal currículo, ele entende, com exatidão, a responsabilidade de ter papel de liderança em um grupo:

“O capitão é o porta-voz do treinador, da diretoria, da presidência, tanto dentro de campo quanto, em alguns momentos, fora dele. Eu fico feliz em ter esse reconhecimento de liderança. O que sempre prezo é ajudar, independentemente se é jovem ou se é experiente. Estou aqui para somar, assim como todos os outros. É um cargo onde sou mais visado. Há que se tomar cuidado com o que fala, dar exemplo nas atitudes, porque estou sempre sendo observado. Então, meu papel é ajudar, deixar que todos se sintam bem, confortáveis para fazer o melhor trabalho. A liderança é sempre em prol dos outros.”

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