Na próxima quinta-feira (11) começa, enfim, a Copa do Mundo 2026 com a partida de abertura entre México e África do Sul. Jogo esse que, apesar da expectativa de festa para os anfitriões (o duelo ocorre no Estádio Azteca, às 16h, de Brasília), já contou com um aviso direto por parte de Hugo Broos, técnico do selecionado africano.
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Broos apelou para o aspecto da motivação existente no grupo diante de afirmações como, por exemplo, a alta procura de camisas da seleção conhecida como Bafana Bafana na terra natal. Também por isso, o treinador garante que dedicação, certamente, não faltará para o primeiro desafio válido pelo Grupo A.
“Isso é algo de que precisamos nos lembrar quando a partida começar: que estamos jogando por uma nação. Ouvi dizer que já não há mais camisetas dos Bafana Bafana à venda na África; as pessoas compraram todas. Já não é possível encontrá-las. Isso também significa algo para nós. E é por essas pessoas que lutaremos como leões”, cravou o profissional belga de 74 anos que está na direção da seleção da África do Sul desde 2021.
Ainda no sentido comportamental, Broos pontuou a capacidade de se manter concentrado na partida, apesar do ambiente adverso, como ponto de suma relevância para um bom resultado. Nesse caso, a menção de pertencimento e sensação de apoio vindo do país natal foi novamente usada enquanto elemento de apoio emocional:
“Será muito importante para nós mantermos o foco no jogo e não prestarmos atenção ao que está acontecendo ao nosso redor. Sabemos que haverá muitos mexicanos no estádio e talvez alguns poucos sul-africanos, mas contamos com o apoio de uma nação inteira.”
Além do compromisso entre México e África do Sul, os outros integrantes do Grupo A (Coreia do Sul e Tchéquia) se encaram no mesmo dia. Porém, às 23h, em Guadalajara.