Em jogo de “ataque contra defesa” e uma eletrizante disputa de pênaltis, o Independiente Santa Fe está nas quartas de final da Sul-Americana. Contra o River Plate, no Mâs Monumental, a equipe visitante teve os nervos (um pouco mais) no lugar, em momento decisivo, e se qualificou para enfrentar o Vasco na próxima fase do torneio continental.
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Apertou, dominou e rondou, mas…
Com linhas de marcação bem altas e movimentação intensa, o River tratou de “sufocar” a equipe colombiana desde o primeiro minuto de bola rolando. Desse modo, além da roubada rápida, a equipe da casa entrou seguidamente na defesa adversária.
Porém, fato é que faltou os argentinos traduzirem o volume de jogo e domínio territorial em vantagem no placar. Em muito, pelo fato dos argentinos pecarem bastante na pontaria quando abriram espaço para bater em gol. Pra se ter uma ideia, das 17 finalizações riveristas na primeira etapa, somente duas foram na direção da meta do Santa Fe.
Insistência premiada
Na volta do intervalo, o panorama do confronto não sofreu grandes alterações. O ponto de desequilíbrio acabou sendo o trabalho mais preciso no plano ofensivo do River Plate que, aos sete minutos, abriu a contagem com Sebastián Driussi. Após a bola girar na frente da grande área colombiana, ela caiu nos pés de Gonzalo Montiel que cruzou rasteiro para Driussi completar, na segunda trave, pro fundo do gol de Weibmar Asprilla.
É eficiência que fala?
Apesar da necessidade de aumentar o ritmo ofensivo pela desvantagem, o Independiente Santa Fe tinha problemas para concatenar suas linhas de passe. Mesmo assim, os colombianos cresceram gradualmente de produção e, em cobrança de escanteio, Martínez Quarta interceptou chute dentro da área com o braço. Imediatamente, a penalidade foi dada pelo árbitro uruguaio Esteban Ostojich. Na cobrança, Franco Fagúndez encheu o pé e, mesmo com Santiago Beltrán tocando na bola, não evitou a igualdade em Buenos Aires.
Uma abençoada marca da cal
Na base do “abafa”, o Millonario bem que tentou resolver as coisas já na reta final do tempo regulamentar. Contudo, a disputa por pênaltis se fez necessária onde foram necessárias incríveis 22 cobranças para determinar o classificado. Curiosamente, depois de pegar três cobranças, Beltrán perdeu a sua batida enquanto Asprilla converteu para carimbar o passaporte colombiano