Confirmando informação antecipada por diferentes veículos na última semana, o Arsenal tornou oficial a contratação de Bruno Guimarães na manhã deste sábado (8). E com direito a forte tom de dramaticidade.
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Para apresentar o jogador de 28 anos, os Gunners construíram ambiente de preparação para uma verdadeira “força da natureza”. Roteiro esse, por sinal, que vai ao encontro dos esforços feitos para trazer Bruno. Afinal, o clube londrino desembolsou 75 milhões de libras (R$ 515 milhões, na atual cotação) para tirá-lo de outra equipe da Inglaterra, o Newcastle.
Sabor agridoce
Em termos financeiros, a transação tem saldo notoriamente positivo para o clube que vendeu Bruno Guimarães. Afinal, para contratá-lo junto ao Lyon, o Newcastle desembolsou 33,3 milhões de libras, equivalente a R$ 245 milhões.
No aspecto técnico, Bruno também deu grande retorno aos Magpies com 195 partidas, 31 gols, 31 assistências e protagonismo no título da Copa da Liga Inglesa, em 2024/2025. Troféu esse, por sinal, que foi o primeiro do clube nos últimos 71 anos e reforçou o caráter tanto de identificação como de idolatria da torcida para com o meio-campista brasileiro.
Diante deste cenário, o diretor esportivo do Newcastle, Ross Wilson, afirmou em entrevista que a saída do jogador não estava nos planos para a temporada 2026/2027. Nesse sentido, o maior peso para viabilizar a transação foi o desejo do próprio Bruno em aceitar a oferta vinda do Arsenal:
“Não queríamos vender Bruno. Não fazia parte dos planos vendê-lo. Nenhum de nós, nem os proprietários, queriam vender Bruno. O que tivemos que considerar foi que, com todo o respeito, Bruno, por meio de seu comportamento conosco e também de forma muito emocional, deixou claro que queria sair e seguir em frente.”