A história do triunfo do Lanús nesta quinta-feira (19) contra o Flamengo, pela Recopa, passou fundamentalmente pelo atacante Rodrigo Castillo. Afinal, foram três gols marcados no duelo, mesmo que apenas um tenha sido validado.
Leia mais: Na Libertadores, Tolima vence o Deportivo Táchira fora de casa
Eduardo Domínguez se despede do Estudiantes e vai assumir o Atlético
Além da atuação destacada por si só, chama a atenção o fato de que o camisa 19 da representação argentina correu sério risco de sequer entrar em campo na decisão. Isso porque um boletim médico no último dia 12 de fevereiro deu a entender que sua situação não era nada favorável nesse sentido.
De acordo com o Lanús, Castillo padecia de um “edema muscular na parte anterior da coxa esquerda”. No informativo, não constava o nível de gravidade do problema físico, mas sabe-se que lesões dessa magnitude levam entre sete a 14 dias para a plena reabilitação. Ou seja, exatamente o espaço de dias entre o boletim e o jogo desta quinta.
História repetida
Outro jogador do Granate que esteve em campo contra o Flamengo e foi tratado como dúvida era Marcelino Moreno. A saber, o problema do meio-campista de 31 anos era uma inflamação na planta do pé esquerdo, tecnicamente definida como metatarsalgia. Do mesmo modo que ocorreu com Rodrigo Castillo, não foi detalhado o grau da lesão.
Apesar do cenário favorecer o uso reduzido de nomes importantes para o técnico Manuel Pellegrino, não foi o que se viu em La Fortaleza. Não por acaso, os dois citados saíram apenas aos 43 minutos do segundo tempo para as entradas de Franco Watson e Walter Bou.
Para o compromisso que define a Recopa, na próxima quinta-feira (27), os argentinos entram em campo precisando empatar para levantar um troféu inédito em sua galeria. Por sua vez, o Flamengo precisa vencer por um tento (penalidades) ou dois para ficar com o bicampeonato do torneio sem a disputa na marca da cal.