É verdade que a seleção da Argentina vive estado de graça com seus torcedores diante dos seguidos títulos nos últimos anos. Ao ponto, inclusive, de ficar por 14 jogos sem perder entre o fim de 2022 e a reta final do ano passado.
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Entretanto, nem mesmo isso faz com que a partida que abre a Copa América, contra o Canadá, nesta quinta-feira (20), deixe de ter um elemento negativo. Isso porque as estreias recentes da Albiceleste não condizem com os resultados ao longo das competições, pelo contrário.
Quando se considera desde a Copa América de 2019, são três oportunidades, já que a outra competição vencida foi a Finalíssima, em duelo único, com a Itália. Nesse ínterim, o selecionado que já tinha Lionel Scaloni no comando perdeu duas vezes e empatou a outra partida. A saber, as derrotas foram para Arábia Saudita (Copa de 2022) e Colômbia, na Copa América de cinco anos atrás. Por sua vez, o empate aconteceu na Copa América de 2021, competição que iniciou o ciclo vencedor recente da Argentina e que foi disputada no Brasil.
Prováveis equipes
Na busca por deixar essa estatística menos impactante, os atuais campeões tem seu 11 inicial quase todo conhecido. A única dúvida que paira se refere a lateral-esquerda onde Nicolás Tagliafico e Marcos Acuña são as alternativas mais prováveis. Nesse sentido, a tendência é que Acuña seja o escolhido. Com isso, a escalação teria Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Marcos Acuña; Rodrigo De Paul, Leandro Paredes, Ángel Di María e Alexis Mac Allister; Lionel Messi e Julián Álvarez.
Do lado canadense, algumas das figuras mais destacadas no cenário europeu estão disponíveis e devem começar jogando. Assim, o time que vem a campo está formado por Maxime Crépeau; Alistair Johnston, Moise Bombito, Derek Cornelius e Alphonso Davies; Tajon Buchanan, Stephen Eustáquio, Ismael Koné e Liam Millar; Jonathan David e Cyle Larin.