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Campeão da Sul-Americana comenta sobre conversa com Jordi Cruyff

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Foto: Divulgação/Atlético San Luis

Sem ter a possibilidade de fazer nenhuma partida de competição no comando da seleção do Equador, ainda não se sabe muito sobre as escolhas que fará o técnico Jordi Cruyff. Contudo, o zagueiro Fernando León, do Atlético San Luis, não apenas sente como ouviu do próprio treinador que será uma delas.

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Em palavras ditas ao periódico El Comercio, o zagueiro de apenas 22 anos de idade que foi campeão em 2019 junto ao Independiente del Valle da Copa Sul-Americana apontou que chegou a conversar com Jordi e que ouviu boas coisas pensando em seu futuro na Tri:

“O presidente do clube () falou comigo, Gonzalo Vargas (seu empresário) também ficou sabendo e falou comigo. Eu estava convocado para as partidas contra Argentina e Uruguai. Depois o profe me chamou e me assegurou que a minha presença era certa. Ia ter a chance.”

“Eles (comissão técnica da seleção) pedem trabalho e mais trabalho. O primeiro que me disse foi trabalho, acatar as ordens. Uma pena que na seleção há poucos dias para trabalhar e planejar uma partida. Ia ser algo curto, nos iam mandar vídeos para tratar de trabalhar nas equipes. A linha que eles buscam é ser contundentes, não ter erros, ser curtos, atrevidos e não nos escondermos. Soube manifestar muitas coisas que eu já tinha aprendido com Ismael Rescalvo e com Miguel Ángel (Ramírez)”, acrescentou o defensor.

León ainda contou em que contexto o jogador fez a sua primeira partida como jogador do time mexicano em que se encontra sendo que, antes do jogo, não foi em nada preparado pelo que teria pela frente diante do Tigres no dia 12 de janeiro pela estreia da equipe no Clausura 2020 da Liga MX:

“Até as onze da noite ainda não estava inscrito, não sabia se ia jogar esse dia. Não tinha treinado com a equipe, não estava concentrado e não tinha visto nenhum vídeo do Tigres. Sabia que tinham Gignac, Dante e Enner, que são jogadores que fazem a diferença. Entre cego em campo, não sabia nada dos movimentos, mas o fiz com confiança, vontade e a raça que me caracteriza.”

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