Com um misto de imponência e frieza, o Boca Juniors reverteu o cenário na semifinal da Sul-Americana contra o Vasco e, com uma vitória por 3 a 1, no Maracanã, se colocou na decisão continental. Tudo isso atuando em um Maracanã completamente tomado, em sua maioria, pelo torcedor vascaíno.
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Com tantos elementos de dificuldade, a representação argentina não deixou de “cutucar” seu adversário nas redes sociais logo depois do término do confronto. Através do uso, inclusive, de uma irônica coincidência entre o nome do oponente e o apelido do técnico Rodolfo Arruabarrena.
“Tchê, no final, o Vasco passou”, escreveu o Boca em seu perfil oficial. Todavia, usando uma foto de seu treinador e não uma referência ao clube brasileiro.
Che, al final pasó el Vasco https://t.co/5iMswelsCH
— Boca Juniors (@BocaJrsOficial) October 21, 2026
O apelido dado ao comandante boquense tem explicação que mistura a relação familiar com uma espécie de comodidade para quem teve os primeiros contatos com ele no futebol. Isso porque Rodolfo tem pai e mãe com ascendência do País Basco, motivadores de seus sobrenomes Haristeguy e Arruabarrena.
Deste modo, além da origem étnica que provêm, principalmente, da migração do bisavô paterno para a Argentina, outro ponto foi determinante para o apelido. Com a extensão e pronúncia particular do seu sobrenome, o apelido de Vasco (Basco, na tradução literal para o português) acabou “pegando” desde os tempos de atleta e se sustenta até hoje.