Apesar da temporada com fim positivo do Atlético-MG dentro das quatro linhas, conseguindo a classificação direta para a fase de grupos da Libertadores, a situação financeira do clube carece de atenção.
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Segundo informação revelada pelo CEO do Galo, Bruno Muzzi, o clube quitou o equivalente a R$ 300 milhões em débitos de cunho bancário. Essa modalidade de dívida, por conta das altas taxas de juros, é uma das mais temida por todos os clubes.
Para se ter uma ideia do significado dessa medida, será possível economizar R$ 54 milhões apenas com a redução de juros. Com esse valor, seria possível, por exemplo, arcar com três meses da folha salarial do elenco que é calculada em R$ 16,5 milhões mensais.
Apesar desse pagamento graças a injeção da Galo Holding, empresa que adquiriu a SAF do Atlético, o cenário ainda é digno de um trabalho expressivo. Isso porque, apenas em débitos bancários, o clube ainda tem uma dívida que chega a R$ 400 milhões a serem renegociados. No total, o balanço do clube, divulgado em março deste ano, mostrava débito que ultrapassava a casa dos R$ 2 bilhões já somando os custos para a construção da Arena MRV.