Questão burocrática pode impedir equipe de jogar a Libertadores Feminina

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Foto: Divulgação/Caracas

A participação do Caracas na Libertadores Feminina está sob risco. A informação, aliás, veio através do próprio clube da Venezuela em comunicado que divulgou nas redes sociais.

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De acordo com o Caracas, a delegação ainda não conta com todos os vistos necessários para adentrar o Equador, país que sedia o torneio. Diferente da Libertadores masculina, o torneio entre as mulheres ocorre em um único país a cada edição.

Em sua defesa, a equipe da capital venezuelana afirma que cumpriu com todas as exigências sobre o fornecimento de documentação e respectivos prazos. A alegação é que, neste momento, a questão se deve unicamente “a aprovação do visto correspondente para a delegação avilenha por parte das autoridades competentes”.

Segundo consta no site oficial do governo equatoriano, o órgão responsável por conceder o visto em questão é o Ministério de Relações Exteriores e Mobilidade Humana. A norma prevista pela legislação do país em solicitações deste tipo é de até 60 dias.

Fato é que, em relação aos demais órgãos envolvidos na situação, o Caracas adotou postura elogiosa. Mais precisamente, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e a Federação Venezuelana de Futebol (FVF).

Em razão do problema burocrático, a estreia do time venezuelano que originalmente seria hoje, contra o Independiente Santa Fe, foi adiada para a próxima sexta-feira (16). O Caracas está no Grupo A do torneio continental ao lado de Colo-Colo e Corinthians.

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