Nesta sexta-feira (18), o Platense foi as redes sociais para informar sobre a punição que sofreu em decorrência das cenas de barbárie após o jogo contra o Fluminense.
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Em pena aplicada pela Agência de Prevenção a Violência no Esporte (Aprevide), a equipe de Vicente López vai disputar os próximos dois jogos como mandante sem público. A saber, a agência em questão é ligada ao Ministério de Segurança do Governo de Buenos Aires, não tendo vinculação com a Conmebol.
Na nota, o clube da Grande Buenos Aires antecipa que irá recorrer da decisão com o intuito de “reduzir o alcance dessa medida, com recursos administrativos e as provas correspondentes”.
Um dos pontos que tem maior peso para o recurso do “Calamar” é o que prevê o calendário próximo. Isso porque, enquanto uma das partidas com portões fechados seria contra o Newell’s Old Boys, a outra trata-se de um clássico local. Com previsão inicial para o dia 11 de outubro, o Platense recebe o Argentinos Juniors. Os dois compromissos valem pelo Clausura do Campeonato Argentino.
Relembre o caso
Após a partida onde o Fluminense avançou para a semifinal da Libertadores, os jogadores do Tricolor carioca foram até a parte do estádio onde estavam seus torcedores para comemorar.
Contudo, pouco tempo depois, a parte de fãs do Platense que estava mais próxima ao contingente dos visitantes invadiu o campo. Além de instigar uma briga de caráter generalizado, os invasores tentaram acessar as arquibancadas onde estava a torcida do Flu.
Passado o calor maior da situação, surgiram versões distintas sobre o “estopim” da confusão. De um lado, o lateral-direto Guga disse se tratar de um pedido de foto por parte de um profissional argentino. Do outro, um jornalista publicou conteúdo no portal TyC Sports imputando parte da responsabilidade ao comportamento de torcedores do Fluminense.