SHARE
memoria-fl-barcelona-guaiaquil-nao-guarda-boas-lembrancas-do-santos-Futebol-Latino-19-08
Foto: Nelson Almeida/Lancepress

O torcedor do Barcelona de Guaiaquil certamente ficou eufórico com a forma da equipe se classificar as quartas de final da Copa Libertadores diante do Palmeiras no Allianz Parque.

Leia mais: Seleção da Colômbia? Zagueiro não tem dúvidas: “É um sonho”
Tigres toma “chapéu” do Pumas, que fecha com volante da seleção chilena

Porém, se essa mesma “hinchada” começar a olhar como normalmente é jogar com o próximo oponente (Santos) na história do Ídolo, a empolgação certamente pode começar a dar espaço a preocupação.

É bem verdade que são equipes diferentes, momentos diferentes e são apenas duas as oportunidades que constam nos registros em que esses clubes se enfrentaram. Porém, nas duas vezes, o final não foi nada feliz aos equatorianos.

Justamente no palco onde será o primeiro embate em 2017, o Estádio Monumental Isidro Romero, a equipe da Baixada Santista ainda contava com a endiabrada dupla Diego e Robinho no dia 3 de março de 2004 em duelo da fase de grupos na Liberta daquele ano.

E, como era de costume para o time brasileiro então vice-campeão continental e que seria campeão brasileiro no fim do ano, o desempenho foi vistoso. O volante Renato, aos 43 da etapa inicial, e o hoje ex-jogador Basílio aos cinco minutos do segundo tempo abriram 2 a 0 Santos em pleno Equador.

Os anfitriões chegaram a reagir com o atacante brasileiro Teixeira (hoje atuando na primeira divisão do Paraguai pelo Sportivo Trinidense), mas Robinho fechou a conta em 3 x 1 Peixe.

Oito dias depois, foi a vez do time amarelo viajar a Santos para visitar o Alvinegro da Vila Belmiro.

O Barcelona de Guaiaquil bem que tentou resistir a pressão da equipe então dirigida pelo técnico Emerson Leão (hoje sem clube) e até conseguiu com que Robinho fosse expulso. Mas, antes de deixar o gramado, aos 13 do segundo tempo o eterno Menino da Vila fez de cabeça o único tento da partida.